O conceito não é novo. Nos Estados Unidos e Europa já é debatido faz tempo. Por aqui, acredito que o assunto não seja dos mais populares.
Tive contato com esse conceito apenas alguns dias atrás. E logo ficou claro que ele era um velho conhecido meu. Por mais que eu não soubesse, já faz alguns anos que o Sensemaking me acompanha, principalmente depois que assumi formalmente o cargo de Gerente de RH.
Sensemaking está relacionado à construção de sentido, ao processo de estruturar o desconhecido e como líderes levam seus liderados a caminhos que muitas vezes ele (líder) nem sabem onde vai dar, mas por diversos fatores acredita ser o melhor! Num mundo dinâmico como o que vivemos hoje, trata-se de um conceito fundamental para liderança.
Sensemaking não é uma ferramenta, ou um passo a passo. Está mais relacionado ao entendimento do fluxo das coisas… Bem, não sou eu o especialista. Apenas tenho tido devaneios quando paro para refletir sobre o tema, desde que o conheci.
Se você exerce um cargo de liderança e, principalmente, se você, muitas vezes, se sente sozinho em seu processo de decisão leia este artigo. Nele, Debora Ancona, da MIT – Sloan Management of School, navega pelo conceito e, tenho certeza, que te levará a profundas reflexões… Assim como fez comigo!